Soltaram o bandido e ele anda a fazer das suas…! Manel Cruz está de volta aos concertos, por todo o país, onde canta os temas do seu projecto "Foge Foge Bandido". A Arte Sonora conseguiu agarrá-lo e o bandido confessou-nos tudo! ![]()
Um dos maiores guitarristas da história do rock lançou em Março um álbum a solo, com título homónimo. Saul Hudson, quase apenas conhecido por Slash, conversou com a Arte Sonora sobre esse trabalho, sobre a sua ligação inalterável com a Gibson e a Marshall, também sobre o novo amplificador que está a desenvolver – baseado num antigo Marshall modificado que usou nas sessões de "Appetite For Destruction" – o AFD100, cujo primeiro protótipo já irá usar na digressão que passou pelo nosso país. ![]()
Diria que o Star Wars In Concert é um dos eventos da década no nosso país, não é comum um espectáculo apresentar uma grandiosidade tão grande a nível musical, conceptual, multimédia. Um concerto como este só seria possível vindo de outra Galáxia, de muito, muito longe...
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Estas palavras iniciam o decurso embaladas pela ondulação rítmica do "Barco Negro". E por aquela voz… primeva, visceral, com a potência harmónica de uma deusa – a réstia duma Lusitânia imemorial, mais pura. A voz de Amália era o cumprimento da entoação ao Infante na "Mensagem" de Pessoa, a grandeza pedida pelo poeta, «Quem te sagrou creou-te portuguez. / Do mar e nós em ti nos deu signal. / Cumpriu-se o Mar, e o Império se desfez. / Senhor, falta cumprir-se Portugal!». ![]()
O pai fazia instrumentos – bandolim, bandola, bandola tenor… – e foi aos 7 anos que começou a tomar contacto com as madeiras. A esta aprendizagem juntou-se a de electricista e estavam reunidas as ferramentas para trabalhar o som dos instrumentos. Hoje, andam nas mãos de músicos nacionais e internacionais desde guitarras mais tradicionais a modelos personalizados, que ora primam pela estética diferenciada ou por características sonoras distintas das oferecidas pelos modelos standard. Gil Oliveira, luthier, construtor, encantador de cordas. ![]()
A Arte Sonora esteve presente na masterclass de bateria dada por Alexandre Frazão, na Escola de Jazz do Barreiro, após a qual entrevistou o reconhecido baterista sobre o seu percurso no instrumento. Testemunhámos algumas das suas experiências, tal como o seu próprio carácter e relação, não só com o instrumento, mas também com a música. ![]()
O trabalho "Graffiti", do qual são agora apresentados os dois primeiros singles, (o restante irá sendo mostrado faseadamente, através duma forte exploração dos meios de interacção social que uma ferramenta como a internet oferece, até se chegar ao volume final), tem imediatamente a particularidade de ser um álbum cantado. Não é comum um álbum de canções em nome próprio, se a sua música pintava paisagens e culturas, neste álbum Júlio Pereira, surge a colorar pessoas, a contar histórias que perpassam a vida dum indivíduo em qualquer ponto do globo. As músicas tornam-se naquilo que o próprio refere, "graffitis que nos observam." ![]()
Num ritmo de impressionante regularidade tem David Fonseca mostrado o seu trabalho. Este "Between Waves" surge dentro dessa linha e mostra a segurança do músico naquilo em que acredita e uma delineação clara do seu som, que surge de ideias desenvolvidas nesse ritmo de trabalho, de desenvolvimento criativo constante. ![]()
Uma conversa com Ace e Skin sobre o seu trabalho individual e sobre como essas experiências catalisaram o regresso da banda depois dum largo período de silêncio. A digressão de suporte ao lançamento dum greatest hits, tal como os novos três temas que o integram como um bónus para os fãs, são apenas o início duma nova era que ambos os músicos afirmaram estar para surgir. ![]()
Ainda que os membros da banda afirmem que tudo estava dependente de como iriam sentir a qualidade e renovação das músicas em relação a um novo álbum, a verdade é que após os Alice In Chains terem começado a surgir com insistência nos palcos, a determinada altura criou-se a inevitabilidade de um novo disco. ![]()
O concerto dos The Killers, que encerrou o festival SBSR, foi demolidor. Cerca de 30 mil pessoas saudaram a estreia da banda no nosso país e mostraram que este último trabalho, "Day & Age" que parece, à partida, mais universal na sua sonoridade], foi mais uma aposta ganha duma banda que num espaço de cerca de meia década se tornou um icone do novo rock. ![]()
Momentos é o álbum de carreira daquela a que podemos, sem qualquer risco, afirmar ser uma das divas nacionais. Uma voz arrepiante, que consegue exaltar os sentimentos mais profundos com o simples soltar de uma nota vibrante, alia-se a um percurso notável, avalizado por colaborações e troca de experiências com alguns dos maiores músicos e compositores do planeta e reconhecido pelo público de todo o mundo. Um percurso materializado em 17 canções. 17 momen-tos que se querem representativos de 20 anos de carreira. É caso para se dizer: silêncio que vai cantar a Dulce. ![]()
Cheguei a ler num fórum musical, cujo tópico questionava os utentes sobre o melhor músico português, que a carreira de Rodrigo Leão falava por si, primeiro na Sétima Legião, a seguir nos Madredeus e finalmente a solo. Essa, como o próprio músico refere, é uma questão falsa - o mérito reside na persistência natural com que fazemos o que sentimos, será aí que reside a verdade na música, na arte. ![]()
A entrevista com Jason Swinscoe foi indiciadora das mudanças que os Cinematic Orchestra introduziram no som e o concerto provou esse facto. Os elementos acústicos surgem mais enquadrados com a electrónica e portanto a música surge muito mais orgânica, o som easy listening que os britânicos fazem torna-se, em vez de distracção, escape para uma expansão mental gráfica, indutor de viagem e imaginação. A banda esteve na Aula Magna num registo muito superior ao que têm apresentado nos discos. ![]()
Um dos destaques da próxima edição é nada mais nada menos que uma das maiores bandas pop dos anos 80. Jim Kerr, o vocalista, deu-nos uma entrevista a propósito do lançamento do novo álbum e falou-nos não só do novo trabalho como da carreira dos Simple Minds. ![]()
Horas antes do memorável concerto no Incrível Almadense, estivémos à conversa com Vincent Cavanagh, o mentor dos Anathema. O local escolhido não podia ter sido melhor… o tour bus. ![]()
Guitarras Esteve
O pai era construtor de guitarras e a origem do nome, guitarras Esteve, surge quando o pai cria o atelier com outro sócio, de nome Francisco Esteve. Desde miúdo que passava horas no atelier e no Verão, quando acabavam as aulas, aprendia o ofício. ![]()
Depois de um concerto bastante intimista no Auditório da MegaFM, no passado dia 27 de Fevereiro, falámos com Rita Redshoes. Após o lançamento de “Golden Era”, Rita Redshoes tem sido um dos nomes mais falados no panorama da música nacional. Qual o balanço deste último ano, feedback por parte do público e maiores influências, foram alguns dos temas de conversa com uma Rita muito bem-disposta. ![]()
Um dos maiores prazeres em fazer a Arte Sonora é contactar com os músicos, descobrir o que motiva cada um, e quando a isso se junta a experiência dum artista como Lenine a conversa é como as cerejas. Um músico que se molda pela procura humana, emocional, cultural, que faz. Lenine apresentou-nos o seu trabalho mais recente – “Labiata” – e deu-nos uma perspectiva genuína sobre as motivações enquanto artista. Mais que um tecnocrata [ainda que se note metodologias bem definidas] do som, é intuitivo naquilo que faz e é assim que demonstra a riqueza do que absorve. ![]()
São um dos grandes nomes das bandas saídas da década de 80 e têm seguidores que os acompanham fielmente, mesmo apesar de não lançarem material novo há quase duas décadas. É inevitável pensar em rock gótico quando se ouve o nome The Sisters of Mercy mas a banda tem manifestado algumas atitudes de corte com este tipo de associação, o que tem causado no mínimo algum burburinho entre seguidores. ![]()
Poucas horas antes do concerto com uma banda que se tornou culto, por ser pioneira e fonte para uma nova cena musical, mas que ainda assim consegue manter uma identidade intocável [acolheu elementos sonoros novos, mas diluiu-os na parede das suas ideias], a Arte Sonora esteve à conversa com Stuart, o guitarrista fundador do grupo escocês. ![]()
30 anos de carreira. O lançamento de um novo álbum para assinalar a data e um concerto de comemoração já agendado para Setembro – e que já se vislumbra grandioso mais que não seja pela escolha de um estádio para a sua realização. ![]()
O que nos podes dizer sobre o novo trabalho. Como é que a banda chegou aqui?
O álbum está muito bom, com grandes canções e muitos sons novos. Também tem muita energia e uma grande atmosfera. ![]()
O regresso muito esperado finalmente aconteceu. Richard Ashcroft, Simon Jones, Nick McCabe e Peter Salisbury estão de volta com “Forth”, que numa semana alcançou o nº1 do top das tabelas britânicas. ![]()
Os Coldplay são os “cabeça de cartaz” desta edição. Falaram-nos do que mudou na sonoridade da banda, em grande parte pela contribuição de Brian Eno, que produziu este novo trabalho, assim como do novo estúdio que adquiriram. ![]()
Fomos visitar o seu Spot
“À procura da perfeita repetição, são anos de pesquisa, fiz a minha função, à volta de notas que transmitissem uma emoção”… é assim que começa a letra de uma das músicas do último álbum de Sam The Kid: “Pratica(mente). Quisemos perceber como é que desenvolve o seu trabalho e que material está por trás das bases musicais onde depois põe as rimas. Nada melhor que uma visita ao local onde tudo acontece, a sua casa. ![]()
A entrevista realizou-se no dia 30 de Abril, no hotel onde o mestre estava hospedado. O tempo dispensado para entrevistas foi escasso (apenas 15 minutos por órgão de comunicação social), mas tentámos recolher o máximo de informação possível junto do guitarrista que, além de ser acessível e ter respondido às questões colocadas, demonstrou contentamento por ser entrevistado por uma revista técnica. ![]()
Os Moonspell abriram pela primeira vez as “Portas do Inferno” (alcunha do estúdio o / sala de ensaio) à imprensa, para a pré-escuta do novo disco, “Night Eternal”, precisamente no dia em que receberam a Master com a mistura final. O oitavo álbum de estúdio da banda foi degustado música após música – e ao sabor de um almoço preparado pelas mãos do próprio Mike. ![]()
“Uma inocente inclinação para o mal” é o título do terceiro trabalho d`A Naifa. Desafia-nos a uma segunda leitura para captarmos toda a mensagem. Assim como a música. ![]()
«Lusitânia Paixão» marca o regresso dos Dead Combo, banda de Tó Trips e Pedro Gonçalves. Este terceiro álbum é composto por 15 faixas que nos transportam para uma Nova Iorque dos anos 70, Cuba nos anos quentes da revolução e a ruralidade interior de um Portugal desconhecido. ![]()
Primeiro começaste como Dj, depois abraçaste a guitarra e formaste a banda. Fala-nos sobre isso.
Comecei por tocar guitarra acústica e fazer umas coisas em 94, 95 e descobri a música de dança em 96, 97. Comecei por pôr música no “Meia Cave”, o mítico sítio no Porto… só que escolhi mal o estilo. Era big beat e ninguém estava preparado para aquilo. Entretanto, como gostava tanto de música de dança, comprei uma caixa de ritmos e como já tocava guitarra acabei por misturar os ritmos e beats com baixo e guitarra e passei a fazer canções que começaram a soar bem. ![]()
Vamos falar dos Balla. 3 discos são suficientes para fazer um resumo?
Eu acho que sim. Os dois primeiros discos não foram rodados ao vivo, as pessoas conheciam muito pouco o meu trabalho. Os jornalistas, os críticos, conheciam, quem estava mais dentro do assunto conhecia, mas o público em geral não fazia ideia. E muitos dos miúdos novos, que estão agora a ir aos concertos, em 2000 não tinham idade para ir e é um pouco por causa disso. ![]()
Está entre os 40 melhores do mundo e em Portugal não falta quem o considere “o” Dj. Falamos de Tó Pereira, o Dj Vibe, que aceitou o nosso convite para uma conversa sobre a sua carreira e falou-nos do que mudou nestes últimos 25 anos, dos locais onde gosta de actuar e ainda nos revelou algumas novidades do seu trabalho de produção. ![]()
Estudou Música, Engenharia Física, Electrónica, Técnicas e Tecnologias da Música, em Portugal e no Reino Unido. É criador de Música Electrónica e mentor do projecto Yellow Bop Records. Falamos de André Neto. ![]()
Fomos visitar as instalações da Roadies DC para conhecer os homens de preto. ![]()
Gil do Carmo foi o perfeito anfitrião, no seu bar falou-nos do seu último trabalho: Sisal. ![]()
Entrevista com o cantor que nos deu a conhecer as técnicas e as influências desenvolvidas no seu novo álbum. ![]()