
O trabalho "Graffiti", do qual são agora apresentados os dois primeiros singles, (o restante irá sendo mostrado faseadamente, através duma forte exploração dos meios de interacção social que uma ferramenta como a internet oferece, até se chegar ao volume final), tem imediatamente a particularidade de ser um álbum cantado. Não é comum um álbum de canções em nome próprio, se a sua música pintava paisagens e culturas, neste álbum Júlio Pereira, surge a colorar pessoas, a contar histórias que perpassam a vida dum indivíduo em qualquer ponto do globo. As músicas tornam-se naquilo que o próprio refere, "graffitis que nos observam."
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Artigo completo na Arte Sonora nº 14 (Janeiro/Fevereiro 2010)
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