
Há uma intimidade diferente, uma certa suavidade em "Femina". A guitarra é adoçada por uma certa omnipresença do corpo, da intoxicação e subtileza femininos. Essa foi sempre uma força que catalisou o blues, e dá uma estranha força poética a este trabalho, situado entre sentimentos de extâse ou ruína.
A Arte Sonora conversou com Paulo Furtado sobre este trabalho e também um pouco sobre a sua carreira singular sob a designação de Legendary Tigerman.
[...]
Artigo completo na Arte Sonora nº 13 (Novembro/Dezembro 2009)
![]()